quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Que tal terminar em pizza? Dessa vez, por uma boa causa

 

Tem gente que passa a semana esperando o final de semana chegar para comer uma pizza. Em casa, com a família, assistindo a um filme ou reunindo os amigos. Há também quem transforme a pizzaria no ponto de encontro: aquele lugar onde as conversas se estendem, as risadas aparecem e a pizza acaba sendo apenas uma boa desculpa para estar junto.


A pizza também combina com celebração. Aniversários, reencontros, uma conquista no trabalho, a aprovação em uma prova, uma boa notícia ou simplesmente a alegria de superar uma etapa difícil. Afinal, nem toda conquista precisa de uma grande festa. Muitas vezes, reunir as pessoas queridas em torno de uma pizza já é motivo suficiente para comemorar.


E há ainda uma expressão que todo brasileiro conhece: “tudo termina em pizza”. Ela costuma ser usada quando uma investigação provoca muito barulho, surgem acusações e expectativas, mas, depois de toda a repercussão, nada acontece. Escândalos que acabam esquecidos, discussões que não levam a lugar algum, promessas que não saem do papel. No fim, tudo termina em pizza.


Mas e se, desta vez, terminar em pizza fosse justamente o começo de algo?


É essa a proposta da Pizza d’Ajuda, da ACESA Capuava, campanha que transforma um dos programas mais queridos dos brasileiros em uma oportunidade de solidariedade. Ao comprar uma pizza, além de garantir uma refeição saborosa para compartilhar com família ou amigos, é possível contribuir para a continuidade do trabalho realizado pela instituição.


“Tudo é feito com produtos de qualidade, muito sabor e, principalmente, com muito carinho. Mais de 20 voluntários se envolvem para que a Pizza d’Ajuda aconteça e para que cada pizza entregue também represente um gesto de solidariedade”, afirma Fernanda Teixeira, presidente da ACESA Capuava.


Nesta edição, a campanha terá pizzas nos sabores muçarela e calabresa, ao valor de R$ 40 cada. A retirada será realizada na sexta-feira, 11 de setembro, das 12h às 16h, na sede da ACESA Capuava, em Valinhos – Rodovia Flavio de Carvalho, s/n. Fazenda Capuava (travessa de acesso loja Vidalar)


E que tal aproveitar a oportunidade para celebrar as conquistas das crianças e adolescentes atendidos pela ACESA? Cada pizza comprada ajuda a instituição a continuar desenvolvendo seu trabalho e oferecendo atendimento gratuito às pessoas com deficiência e suas famílias.


Dessa vez, pode deixar terminar em pizza. Em encontro, em sabor, em celebração e, principalmente, em solidariedade.


Faça sua encomenda pelo WhatsApp 19 98283-0108 ou link: https://doa.re/PH2y


Sobre a ACESA CAPUAVA

A ACESA CAPUAVA é uma entidade filantrópica de Valinhos-SP que atende pessoas com transtorno do espectro autista; deficiência intelectual; deficiência múltipla e surdez. Fundada em 2002, atua junto à comunidade carente de toda Região Metropolitana de Campinas e é formada por um grupo de profissionais que se uniu com a missão de prestar um serviço de amor incondicional e de cidadania. Todos seus colaboradores acreditam no ser humano, em suas infinitas possibilidades e em sua capacidade de transformar e transcender toda e qualquer condição de vida. Para mais informações, visite www.acesacapuava.com.br, e página no facebook ww.facebook.com/ACESACapuava Instagram: Instagram.com/acesa_capuava e Linkedin: https://www.linkedin.com/company/acesa-capuava

Minha Arte, Meu Negócio chega a Macaé com Carlinhos de Jesus, Alexandre Barillari e imersão sobre carreira artística

 

Evento gratuito acontece no dia 9 de setembro, no Sindipetro, e reúne palestras sobre audiovisual, identidade artística, direitos, captação de recursos e performance; programação termina com papo e pocket show de Dudu Nobre 


Viver de arte exige talento, mas também passa por decisões que nem sempre aparecem diante do público. Como construir uma identidade artística? De que forma o audiovisual pode impulsionar uma carreira? Como proteger uma obra, captar recursos ou se preparar para o palco? Essas são algumas das questões que estarão no centro da nova edição do Minha Arte, Meu Negócio (MAMN), que chega a Macaé no dia 9 de setembro, no Sindipetro, com participação gratuita. A programação acontece das 13h30 às 20h30 e reúne Carlinhos de Jesus, Dudu Nobre, Alexandre Barillari, Flaney Gonzallez, Priscilla Crespo, Mário Frazão e Tayana dos Santos.


Criado para aproximar artistas independentes de informações e profissionais que fazem parte dos bastidores do mercado cultural, o MAMN percorre diferentes cidades com uma programação voltada à profissionalização de quem vive ou pretende viver de arte. Palestras, encontros e momentos de troca abordam temas que vão de identidade e posicionamento a performance, direitos autorais, propriedade intelectual e captação de recursos.  


A proposta é mostrar que a construção de uma carreira não termina na criação artística e envolve planejamento, conhecimento sobre o funcionamento do setor e acesso a ferramentas que muitas vezes parecem distantes de quem está começando. 


“Levar o Minha Arte, Meu Negócio para diferentes cidades é criar uma ponte entre artistas independentes e informações que muitas vezes ficam concentradas nos bastidores do mercado. Existe muito talento fora dos grandes centros e muita gente querendo transformar a arte em profissão, mas sem saber por onde começar. Queremos aproximar essas pessoas de quem conhece esse caminho na prática”, afirma Tayana dos Santos, criadora do projeto. 


Do audiovisual à construção da identidade artística

Após o credenciamento, que começa às 12h30, a programação oficial será aberta às 13h30 por Mário Frazão, curador do projeto, ao lado de autoridades locais e produtores.

Às 14h, Flaney Gonzallez conduz “A Magia do audiovisual na sua carreira”, encontro dedicado às possibilidades do audiovisual como ferramenta para comunicar o trabalho, ampliar a presença do artista e fortalecer sua trajetória profissional.

Na sequência, às 15h10, Alexandre Barillari apresenta “Identidade artística”. Conhecido por trabalhos em novelas como Alma Gêmea e Chocolate com Pimenta, o ator também atua como diretor, escritor e pesquisador e vem discutindo temas ligados à presença pública, à identidade artística e à construção de imagem no ambiente digital.

Às 16h10, Tayana dos Santos assume a programação com “O que o artista independente precisa saber sobre captação de recursos”. Produtora cultural e idealizadora do MAMN, ela apresenta caminhos ligados ao financiamento de projetos culturais, leis de incentivo e sustentabilidade financeira, assuntos que já fazem parte do conteúdo desenvolvido pelo projeto.

Depois, o evento reserva um período para coffee break e networking, criando espaço para que participantes, palestrantes e profissionais do setor possam trocar experiências e estabelecer novos contatos.

Arte também é patrimônio

Às 17h30, Priscilla Crespo conduz “O Bê-a-bá Jurídico do artista: sua arte, seu patrimônio”, voltado a um lado da carreira que pode passar despercebido principalmente entre quem está dando os primeiros passos profissionalmente.

Advogada especializada em direito autoral e propriedade intelectual, Priscilla acumula mais de 20 anos de experiência no mercado do entretenimento e atua nos bastidores jurídicos de artistas, festivais, produções audiovisuais e gravadoras. A conversa aborda questões relacionadas à proteção das obras, contratos, direitos autorais e outros cuidados necessários para quem transforma criação em profissão.

Na sequência, às 18h, Carlinhos de Jesus leva para Macaé o “PIN Artístico: Performance, Interpretação e Naturalidade”. Um dos grandes nomes da dança de salão brasileira, o coreógrafo parte da experiência construída ao longo de décadas nos palcos para falar sobre presença, interpretação, comunicação e conexão com o público.

Carlinhos construiu uma carreira que atravessa diferentes frentes como dançarino, coreógrafo, diretor, produtor e jurado, além de manter um trabalho ligado à valorização da cultura popular brasileira. 

Dudu Nobre fecha programação com papo e pocket show

O encerramento será musical, como não poderia deixar de ser. A partir das 19h, Dudu Nobre participa de um papo com o artista seguido de pocket show, levando para o encontro a experiência de quem construiu uma trajetória profissional na música.

“Mais do que inspirar, queremos que o artista termine o dia com informação que possa realmente usar na carreira. Entender seus direitos, saber buscar recursos, pensar na própria identidade, melhorar sua presença no palco e criar uma rede de contatos também fazem parte da profissão. O talento é essencial, mas precisa encontrar caminhos para se transformar em uma carreira possível e sustentável”, completa Tayana.

Inscrições

As inscrições para o Minha Arte, Meu Negócio em Cataguases são gratuitas, mas obrigatórias, e devem ser realizadas previamente por este link.

A edição de Macaé tem patrocínio oficial da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), apoio da Prefeitura de Macaé, InterTV como mídia partner e realização da MAMN Produções.


Serviço

Minha Arte, Meu Negócio – Macaé (RJ)

Data: 9 de setembro

Horário: 13h30 às 20h30

Credenciamento: a partir das 12h30

Local: Sindipetro

Endereço: R. Ten. Rui Lopes Ribeiro, 257 – Centro, Macaé – RJ

Entrada: gratuita

Inscrições: www.minhaartemeunegocio.com.br

Saiba mais em:

https://www.instagram.com/minhaartemeunegociooficial

Com turismo de lazer em alta, restaurante aposta em sabores do Paraná para entrar no roteiro de quem visita Curitiba

 

Carne de Onça, Risoto de Pinhão, coquetelaria autoral e uma programação diferente a cada dia da semana estão entre os atrativos do Restaurante Mais Bonito da Cidade


Curitiba deixou de ser apenas uma cidade de passagem para quem viaja a negócios e vem ganhando espaço como destino de lazer. Em 2024, a capital recebeu 10 milhões de visitantes, sendo 8,2 milhões de turistas, e, pela primeira vez, as viagens a passeio superaram as motivadas por negócios. O movimento também chega à gastronomia, que cada vez mais faz parte da experiência de conhecer a cidade.


É nesse cenário que o Restaurante Mais Bonito da Cidade, localizado na Rua Brigadeiro Franco, 3941, aposta em um cardápio que permite ao visitante conhecer um pouco do Paraná também pelo paladar. Entre os pratos estão o Risoto de Pinhão, que leva um dos ingredientes mais associados à cultura e à paisagem paranaense, e a Carne de Onça, um dos principais símbolos da gastronomia curitibana.


Servida tradicionalmente com carne bovina crua, cebola e temperos sobre a broa de centeio, a Carne de Onça faz parte da história dos bares de Curitiba desde a primeira metade do século passado. O prato é Patrimônio Cultural Imaterial da cidade e, em 2025, ganhou ainda o selo de Indicação Geográfica concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), reconhecimento que reforça sua ligação com Curitiba.


Já o pinhão carrega outra relação direta com o Paraná. Semente da araucária, árvore símbolo do Estado, o ingrediente atravessa gerações e aparece em diferentes preparações da culinária regional. No restaurante, ganha uma interpretação contemporânea no risoto, aproximando a cozinha da casa da identidade local.


A intenção é que a experiência gastronômica faça parte do roteiro da viagem tanto quanto os cartões-postais da cidade. Depois de conhecer lugares como Jardim Botânico, Ópera de Arame, Museu Oscar Niemeyer ou Parque Barigui, o visitante encontra no restaurante uma maneira diferente de entrar em contato com referências paranaenses.


Coquetelaria também faz parte da experiência

Outro eixo da casa é a coquetelaria autoral. O bar acompanha a proposta da cozinha com drinks elaborados para que a visita não se restrinja ao jantar e também possa funcionar como parada para um encontro no final do dia ou para começar a noite em Curitiba.


O próprio ambiente contribui para esse posicionamento. Em meio a árvores tropicais, arquitetura marcante, música e iluminação planejada, o restaurante foi concebido como uma experiência imersiva. A proposta é provocar a sensação de estar distante do cenário urbano, embora esteja a poucos minutos de algumas das regiões mais movimentadas da capital.


A vegetação ocupa boa parte do espaço e se mistura à arquitetura, criando diferentes ambientes dentro do salão. O resultado é um endereço que une gastronomia e experiência visual — combinação especialmente procurada por quem está viajando e busca lugares que também ajudem a contar a história da passagem pela cidade.


Um motivo diferente para conhecer a casa a cada dia

Para quem visita Curitiba durante a semana, a casa criou ainda uma programação que muda conforme o dia.


Às terças-feiras, a Super Terça oferece 50% de desconto em pratos selecionados até 21h30. A quarta-feira é dedicada aos vinhos, com Open Vinho, possibilidade de levar uma garrafa da própria adega sem cobrança de rolha e desconto nos espumantes.


Na quinta-feira, a programação é voltada à coquetelaria, com Open Aperol, enquanto as sextas-feiras recebem a Super Happy Hour. Já aos sábados, um dos pratos mais tradicionais da culinária brasileira ganha espaço com a feijoada da casa, servida como uma opção para quem quer aproveitar o almoço sem pressa. 


Mais do que concentrar a experiência gastronômica em ocasiões especiais, a programação permite que moradores e turistas encontrem propostas diferentes ao longo da semana, seja para jantar, conhecer novos rótulos de vinho, experimentar drinks ou simplesmente incluir uma parada gastronômica na programação pela cidade.


Serviço

Restaurante Mais Bonito da Cidade

Rua Brigadeiro Franco, 3941 – Rebouças

Curitiba – Paraná

Site: https://restaurantemaisbonito.com.br/

Instagram: https://www.instagram.com/orestaurantemaisbonito/

Semana do Cliente Nova Lucius oferece 20% de desconto em aluguel de vestidos de noiva, festa e toda loja

 

Campanha acontece de 14 a 18 de setembro e é uma oportunidade para antecipar as produções de casamentos, formaturas e celebrações do segundo semestre

  

 

Em celebração ao Dia do Cliente, comemorado em 15 de setembro, a Nova Lucius promove, entre os dias 14 e 18 de setembro, a Semana do Cliente. Durante o período, a loja oferecerá 20% de desconto no aluguel de vestidos de noiva e festa, além de condições especiais em toda a loja.

 

A iniciativa chega em um momento estratégico para quem já está organizando casamentos, formaturas, aniversários, eventos corporativos e outras celebrações previstas para os próximos meses. Com a agenda do segundo semestre tradicionalmente aquecida, antecipar a escolha do look contribui para ampliar as possibilidades de modelos disponíveis, além de permitir que provas e eventuais ajustes sejam realizados com mais tranquilidade.

 

A campanha contempla consumidoras que desejam unir elegância, praticidade e economia na escolha de uma produção especial. Ao optar pelo aluguel, é possível acessar vestidos para diferentes perfis de evento e estilos pessoais, sem a necessidade de investir na compra ou se preocupar com o armazenamento posterior da peça.

 

“A Semana do Cliente é uma forma de agradecer a confiança de quem escolhe a Nova Lucius para viver momentos marcantes. Queremos oferecer uma condição especial para que nossas clientes possam se planejar, encontrar o vestido ideal e se preparar com calma para as celebrações que vêm pela frente”, afirma Natalia Brito, gerente comercial da Nova Lucius do Centro.

 

Para Natalia, a antecedência é uma aliada importante na preparação para ocasiões especiais. “O vestido tem um papel muito significativo em eventos como casamentos, formaturas e festas. Quando a cliente começa essa busca com antecedência, ela consegue experimentar com mais tempo, conhecer diferentes opções e fazer uma escolha ainda mais segura e personalizada”, destaca.

 

A Nova Lucius reúne opções de vestidos de noiva e festa para diferentes ocasiões, com modelos que acompanham variados estilos, propostas e perfis de celebração. A Semana do Cliente reforça o compromisso da marca em proporcionar uma experiência completa, desde a escolha da peça até os cuidados necessários para que cada cliente se sinta confiante em seu momento especial.

 

Sobre a Nova Lucius

A Nova Lucius é referência em vestidos de Noivas e festas em Niterói e Rio de Janeiro. A loja oferece ampla variedade de modelos para noivas, madrinhas, damas, mães dos noivos e convidadas, com atendimento personalizado e opções para todos os estilos e orçamentos. A unidade do Centro está localizada na Rua da Conceição, 57, Centro – Niterói – RJ.



Serviço: Semana do Cliente Nova Lucius Centro

Data: 14 a 18 de setembro

Benefício: 20% de desconto no aluguel de vestidos de noiva e festa, além de condições especiais em toda a loja.

Local: Nova Lucius do Centro

Endereço: Rua da Conceição, 57, Centro – Niterói – RJ

Instagram: @novaluciusnoivascentro

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

O craque ainda é craque? Dados mudam a forma de avaliar atletas no esporte

 

Mercado de análise esportiva deve movimentar US$7 bilhões em 2026, enquanto estudo recente aponta que mais informações não significam, necessariamente, melhores decisões


Durante décadas, algumas palavras ajudaram a definir a percepção sobre um atleta: craque, promessa, experiente, decisivo. A avaliação passava pelo olhar de treinadores e olheiros, pelo desempenho dentro de quadra e também pela reputação construída ao longo da carreira. A expansão da análise de dados começa a mexer nessa lógica.


Um atleta pode carregar o status de estrela e já não apresentar os mesmos indicadores de desempenho. Outro, pouco conhecido, pode revelar eficiência, regularidade ou potencial quando diferentes métricas são cruzadas. Entre os dois extremos surge uma questão cada vez mais presente no esporte: quanto deve pesar aquilo que o treinador vê e quanto devem pesar os números?


A dimensão econômica dessa transformação ajuda a dimensionar o movimento. O mercado global de sports analytics deve alcançar US$7 bilhões em 2026, ante US$5,7 bilhões em 2025, segundo estimativa da Grand View Research. A projeção é chegar a US$23,1 bilhões em 2033, impulsionado, entre outros fatores, pelo uso de ferramentas para analisar equipes e jogadores, acompanhar lesões e otimizar treinamentos.


Mas a multiplicação de métricas também começa a produzir um paradoxo. Um estudo publicado em julho de 2026 na revista científica Frontiers in Sports and Active Living chama o fenômeno de analytics-practice gap, ou lacuna entre análise e prática.


O trabalho aponta que a expansão de sistemas de rastreamento, sensores, plataformas de vídeo e modelos analíticos tornou o esporte cada vez mais rico em dados, mas isso não se traduziu automaticamente em melhores decisões dos treinadores.


Segundo o estudo, indicadores podem descrever com precisão o que aconteceu durante uma partida, mas não necessariamente dizem o que deve ser feito a partir daquela informação. Decisões sobre treinamento, preparação tática, seleção de atletas e gestão de carga continuam dependendo também de contexto, experiência e interpretação.


Ana Paula Zandona, treinadora de voleibol e especialista em desenvolvimento de atletas e análise de performance, trabalha exatamente nesse ponto de equilíbrio. Ex-atleta no Brasil e nos Estados Unidos, ela atuou como levantadora na NCAA Division I e construiu carreira como treinadora em programas universitários americanos.


No trabalho com equipes, ela utiliza históricos de desempenho para identificar padrões que se repetem entre os times que avançam nas competições. A análise pode considerar diferentes temporadas e transformar essas referências em objetivos para o treinamento. “Os dados permitem identificar o que os times que chegam mais longe têm em comum. Quando um indicador se repete ao longo de várias temporadas, ele deixa de ser apenas um número e passa a servir como referência para definir metas e orientar o treinamento”, explica Ana.


A lógica também pode ser aplicada à avaliação individual. Em vez de julgar um atleta apenas pela impressão deixada em uma partida ou pelo histórico construído ao longo da carreira, treinadores podem comparar o desempenho atual com médias da posição, evolução durante a temporada e indicadores de outros jogadores.


Assim, os números passam a desafiar um dos ativos mais tradicionais do esporte: a reputação. Ter sido decisivo, acumular títulos ou carregar o status de craque não garante o melhor desempenho no momento presente para determinada função. Para Ana, porém, a estatística não pode ser interpretada fora do contexto.


No recrutamento universitário, a treinadora também busca atletas que ainda tenham margem de desenvolvimento. O desempenho apresentado naquele momento faz parte da avaliação, mas não determina sozinho até onde aquela pessoa pode chegar. “O número mostra o que o atleta está entregando naquele momento, mas não conta toda a história. É preciso entender o contexto, observar o que ainda pode ser desenvolvido e cruzar aquilo que os dados mostram com o olhar técnico do treinador”, afirma.


A necessidade de interpretação também aparece no estudo publicado pela Frontiers. O trabalho defende uma mudança de uma análise orientada primeiro pelos dados para uma lógica orientada primeiro pela decisão: antes de escolher quais métricas observar, é preciso definir qual problema o treinador pretende resolver. Para os autores, o valor da análise esportiva depende menos da capacidade de produzir mais informações e mais de conseguir conectá-las a mudanças concretas no treinamento e na preparação dos atletas.


Um mesmo indicador, afinal, pode assumir significados diferentes. Uma queda de desempenho pode estar relacionada ao atleta, mas também à função desempenhada na equipe, à estratégia adotada, ao nível dos adversários ou a mudanças na própria dinâmica do jogo.


A discussão ganha outra dimensão quando os números deixam de influenciar apenas as decisões dos treinadores e passam a interferir na forma como os próprios atletas enxergam o desempenho.


Ana chama atenção especialmente para esse efeito entre jovens do esporte universitário. Em sua experiência, transformar cada fundamento em indicador exige cuidado para que a ferramenta usada para desenvolver o atleta não passe a definir a percepção que ele tem sobre o próprio valor. “Quando tudo vira número, existe o risco de o atleta começar a acreditar que seu valor está naquela estatística. Os dados são importantes para orientar decisões e mostrar onde podemos evoluir, mas não podem substituir a capacidade do treinador de enxergar a pessoa e o contexto por trás do desempenho”, diz.


A transformação, portanto, não aponta para o fim do chamado “olhômetro”. O movimento é de combinação entre aquilo que pode ser medido e aquilo que depende de interpretação: os dados ajudam a mostrar quando um nome consagrado já não sustenta o mesmo rendimento e quando um atleta menos visível já entrega mais do que os holofotes registram. O desafio está em não deixar que a busca por objetividade produza uma nova distorção: acreditar que tudo o que importa no desempenho esportivo cabe em uma métrica.


Sobre

Ana Paula Zandona é treinadora de voleibol e especialista em desenvolvimento de atletas e análise de performance, com experiência no esporte universitário dos Estados Unidos. Ex-atleta de voleibol no Brasil e nos EUA, atuou como levantadora na NCAA Division I e construiu sua carreira como treinadora em diferentes programas universitários americanos. Possui experiência em planejamento de treinos, recrutamento, desenvolvimento técnico e análise de desempenho por meio de dados e ferramentas especializadas. É mestre em Administração Esportiva e Estudos do Esporte e atualmente cursa MBA em Business Analytics.

Perfumes em óleo, sólidos e até em pérolas: por que o mercado de beleza está mudando a forma de consumir fragrâncias

 

Especialista explica como a inovação nos formatos se tornou uma estratégia para gerar desejo, diferenciação e novas experiências de marca 


Borrifar algumas gotas do seu perfume favorito pode deixar de ser a única forma de usar fragrâncias nos próximos anos. Isso porque marcas como Dior, Dolce & Gabbana, Guerlain e Natura têm investido cada vez mais em formatos que fogem do convencional frasco líquido, apostando em versões em óleo, stick, gel e até micropérolas. 


A dúvida que surge, porém, é: por que reinventar algo que, aparentemente, já funcionava tão bem? A verdade é que o mercado de beleza percebeu um movimento singular nos consumidores de perfumes: eles gostam de experimentar novidades. 


O consumidor que não se contenta com um só frasco

Não é de hoje que a perfumaria se destaca pela capacidade de despertar curiosidade. Diferentemente de outras categorias da beleza, em que os consumidores tendem a permanecer fiéis aos produtos que já conhecem, as fragrâncias carregam um componente de experimentação muito mais forte.


E os dados do relatório Health & Beauty Pulse 2026, da Criteo, ajudam a explicar esse comportamento: até 53% das compras de fragrâncias no mundo são feitas por consumidores que não adquiriam aquela marca há pelo menos 12 meses. O mesmo levantamento aponta que a decisão também não acontece por impulso. Nos Estados Unidos, o consumidor médio avalia cerca de 12 fragrâncias diferentes antes de concluir uma compra.


Isso significa que o público da perfumaria está mais disposto a testar novidades, migrar entre marcas e explorar lançamentos do que os consumidores de outras categorias de beleza. É, portanto, um terreno fértil para formatos alternativos aparecerem como destaque no quesito descoberta e diferenciação. 


"Quando uma categoria tem um índice de troca de marca tão alto quanto o de perfumes, não basta manter quem já compra: é preciso também atrair quem hoje é fiel a um concorrente. E a forma mais eficiente de fazer isso, sem entrar numa guerra de preço, é criando uma experiência de uso que a marca concorrente ainda não oferece", explica Ana Jacobs, CEO da Jacobs Comunicação, agência de marketing de influência com clientes como Grupo L'Oréal, Natura, Dolce & Gabbana e Grupo Boticário. 


Durabilidade, praticidade e um empurrão das redes sociais

Esse fator, junto às promessas dos novos formatos, ajuda a entender porque as novas formas de se perfumar podem ser tão revolucionárias.  


As fragrâncias em óleo, por exemplo, aparecem com a promessa de maior durabilidade em comparação às versões líquidas e alcoólicas. Também tendem a ter uma projeção mais tímida, sendo atrativas para quem busca exalar intensidade, mas sem causar incômodos.


Já os perfumes sólidos resolvem um problema prático: por não serem líquidos, escapam das restrições de bagagem em aeroportos, o que os torna aliados de quem viaja com frequência. Além disso, não correm o risco de causar estragos na bolsa do dia a dia. Tantas utilidades já seriam, por si só, pauta de vídeos orgânicos nas redes sociais. 


O que acontece é que, além do potencial dos produtos, eles ainda chegam em embalagens inesperadas. Até porque, quem um dia já imaginou se perfumar com micropérolas? O ponto forte para o mercado da beleza está justamente no espanto que isso causa no cliente e como ele propaga essa novidade de forma espontânea e, acima de tudo, real.


“Um produto bem pensado gera um ciclo de divulgação orgânica que nenhuma campanha paga reproduz com a mesma naturalidade. Quem usa um perfume em balm, por exemplo, tende a comentar com os colegas, gravar o unboxing, mostrar a textura, comparar a eficácia com outros formatos e, assim, influenciar mais o público do que qualquer anúncio, porque vem de quem já comprou e está compartilhando por vontade própria”, conclui a CEO.

Destino viral: 5 dicas para saber se a viagem vale o hype das redes sociais

 

Com 2 em cada 3 jovens da Geração Z usando as redes para escolher destinos, especialista em marketing de influência explica como consumir recomendações online de forma estratégica


Basta um vídeo no Instagram ou TikTok para um lugar entrar na lista de próximas viagens. Mas, entre o que aparece na tela e o que o turista encontra ao chegar, podem existir algumas diferenças. Com as redes sociais cada vez mais presentes na escolha dos destinos, saber avaliar essas recomendações antes de fazer as malas pode evitar expectativas frustradas. 


O fenômeno foi analisado recentemente pela The Economist na reportagem “Can AI save tourists from the TikTok herd?”, publicada em 13 de agosto. O texto mostra como plataformas de avaliação, redes sociais e novas ferramentas digitais, incluindo a inteligência artificial, passaram a participar da descoberta de destinos e chama atenção para o chamado “efeito manada” das redes, que pode concentrar turistas nos mesmos lugares.


O comportamento também aparece em pesquisas. Um levantamento da Data Axle, divulgado em abril de 2025, mostrou que dois terços dos viajantes da Geração Z usam as redes sociais como fonte de inspiração para escolher destinos, enquanto 39% afirmam que criadores de conteúdo influenciam diretamente essa decisão. No Brasil, o estudo “Scroll & Go: a jornada social dos viajantes brasileiros”, realizado pelo TRVL Lab, destaca o Instagram como uma das principais plataformas na descoberta de destinos e experiências.


Uma inspiração que vira plano de viagem 

Ana Jacobs, especialista em marketing de influência e CEO da Jacobs Comunicação, vivenciou esse efeito recentemente. Depois de publicar conteúdos sobre sua estadia em Marbella, na Espanha, para seus mais de 50 mil seguidores no Instagram, a executiva recebeu mensagens de pessoas que contaram ter planejado uma viagem para o mesmo destino após acompanharem suas publicações.


“Eu não me considero influenciadora, mas cuido de influenciadoras que impulsionam esse movimento o tempo todo. Me surpreendi quando, ao compartilhar a minha própria experiência, percebi que meus roteiros estavam virando roteiros de viagem de outras pessoas”, explica Jacobs. 


Para Ana, as redes podem ser uma ótima ferramenta de descoberta, mas a recomendação não precisa ser reproduzida exatamente como aparece no feed. “O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Por isso, a recomendação deve inspirar a viagem, mas nunca definir o roteiro”, explica.


O "efeito manada" citado pela The Economist já tem exemplos práticos, inclusive. No início deste ano, a aldeia italiana de Funes, no Tirol do Sul, precisou restringir o acesso de carros ao entorno da igreja de Santa Maddalena, um dos pontos mais fotografados das Dolomitas, depois que a viralização das paisagens nas redes intensificou o fluxo de visitantes na região. 


"Viralizar um destino sem pensar no impacto desse alcance pode transformar uma oportunidade de visibilidade em um problema para quem vive e trabalha naquele lugar. Por isso, é preciso analisar também as possíveis consequências que esse alcance pode causar", complementa Ana.


A avaliação, porém, também vale para quem está do outro lado do feed. Para ajudar nessa escolha, a especialista listou cinco pontos para considerar antes de transformar uma indicação das redes em viagem:


1. Descubra se essa viagem tem a sua cara 

Nem toda viagem mostrada no feed tem o mesmo perfil. É preciso analisar o conteúdo do creator e entender se ele costuma falar de luxo, aventura, gastronomia, viagens econômicas ou escapadas de fim de semana. Isso ajuda a descobrir se aquele destino também combina com o seu jeito de viajar. 


“O contexto de quem recomenda faz diferença. Se você entende o perfil daquele creator, consegue avaliar melhor se aquela experiência também tem a ver com você”, explica Ana.


2. Nem tudo cabe em um vídeo de 30 segundos 

Uma praia paradisíaca ou um restaurante charmoso podem fazer qualquer destino entrar para a lista de desejos. Antes de reservar, porém, vale descobrir o que não coube no vídeo: como chegar, quanto tempo leva, se precisa reservar e como é o movimento no local. 


“A imagem desperta o desejo, mas os detalhes ajudam a entender como aquela experiência realmente funciona ou o que ela exige”, afirma.


3. O momento da viagem também importa 

Conteúdos de viagem continuam circulando muito depois de serem publicados. Antes de seguir uma recomendação à risca, confira quando ela foi feita e se a época escolhida pelo creator é parecida com a sua. Clima, temporada, feriados e eventos podem mudar completamente a experiência. 


“O momento da viagem também faz parte da escolha. O mesmo destino pode oferecer experiências muito diferentes ao longo do ano”, diz Ana. 


4. Coloque todos os custos na ponta do lápis

76% dos entrevistados comparam preços em diferentes sites antes de reservar, enquanto 71% consideram o custo total da viagem na escolha do destino, de acordo com uma pesquisa da Globo/Offerwise. 


Além disso, preços mostrados em conteúdos de viagem podem estar desatualizados quando outro viajante decide fazer o mesmo passeio. Por isso, é importante colocar na conta passagem, hospedagem, transporte, alimentação, ingressos e outros gastos. 


“Uma experiência isolada não representa o custo da viagem inteira. É importante colocar tudo na ponta do lápis”, explica.


5. Inspire-se no feed, mas escreva o seu próprio roteiro 

Não é porque você descobriu um lugar no Instagram que precisa repetir a viagem exatamente como ela apareceu no seu feed. Use a indicação para encontrar novas possibilidades e escolha o que realmente combina com seus interesses, orçamento, tempo e companhia. “A ideia não é copiar a viagem de quem você acompanha, mas descobrir possibilidades que talvez você não encontrasse sozinho”, conclui Ana.

Terapeuta que levou Tantra a evento de Anitta, Fernanda Zorzo será a primeira da área em congresso de sexualidade

 

Profissional conduziu meditação tântrica na Vila Equilibrivm em Salvador e agora leva a prática para o Congresso da SBRASH, onde pretende discutir suas interfaces com práticas somáticas e a clínica contemporânea



Depois de levar o Tantra para a Vila Equilibrivm, programação ligada à turnê de Anitta, Fernanda Zorzo se prepara para ocupar um espaço até então inédito para a área. Entre os dias 2 e 4 de setembro, ela participa do Congresso da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH) e, segundo a terapeuta, será a primeira profissional do Tantra a integrar o evento, considerado o maior da América Latina no segmento.


Fernanda apresentará o trabalho “O que a Sexologia Precisa Saber sobre Tantra: Interfaces com Práticas Somáticas na Clínica Contemporânea”, aprovado na modalidade Tema Livre Oral. A apresentação aborda interfaces clínicas, regulação corporal e a integração em equipes multidisciplinares, aproximando o Tantra das discussões conduzidas por profissionais da sexualidade.

 

A participação tem um peso particular para a terapeuta, que passou cinco anos na Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul e conhece a resistência que profissionais de práticas holísticas ainda encontram em ambientes acadêmicos tradicionais.


“Conquistei esse espaço através de uma construção de anos. Sempre tive muita responsabilidade com meu trabalho e, ao longo desse processo, consegui mostrar a força das equipes multidisciplinares e os resultados que essa integração pode proporcionar. Isso foi muito importante tanto para mim quanto para os profissionais com quem trabalhei.”


“Ainda existe muito preconceito”


A estreia de uma terapeuta tântrica no congresso não significa que as resistências em torno da prática tenham desaparecido.  “Ainda existe muito preconceito. Eu serei a primeira terapeuta tântrica a participar desse congresso, que é considerado o maior da América Latina na área, e isso por si só já representa uma quebra de barreira. Ainda assim, apenas o trabalho oral que inscrevi foi aprovado; o workshop que propus, por exemplo, não foi.”


Na avaliação da terapeuta, parte da resistência vem das formas equivocadas pelas quais o Tantra ainda é apresentado. Mas o problema, para ela, vai além disso e esbarra na dificuldade que a sociedade ainda tem de conversar naturalmente sobre corpo e prazer.


“Existe também uma dificuldade maior, na nossa sociedade, de falar sobre o corpo e o prazer com naturalidade. Ainda existe um tabu enorme em torno do prazer, mesmo quando já sabemos, inclusive por outras áreas do conhecimento, da sua importância para aspectos como bem-estar e regulação emocional.” 


Para Fernanda, estar pela primeira vez no congresso também traz a responsabilidade de apresentar seu trabalho a profissionais que estudam e trabalham diretamente com sexualidade humana.


“Representa uma grande oportunidade e também uma grande responsabilidade. Fico muito feliz por ter conquistado esse espaço, especialmente por saber o quanto é difícil acessar ambientes acadêmicos tão tradicionais.”


A intenção, diz, não é confrontar quem ainda olha para o Tantra com desconfiança. “Por isso faço questão de estar nesses espaços: para levar o Tantra de uma forma séria, ética e responsável, construindo diálogo em vez de criar ainda mais distância.”


Tantra antes de Anitta subir ao palco

Dias antes do congresso, Fernanda apresentou seu trabalho para um público bastante diferente. No sábado (29), em Salvador, ela comandou uma meditação tântrica na Vila Equilibrivm, programação com curadoria do ViradaZen ligada à turnê de Anitta.


Na atividade, Fernanda trabalhou respiração, movimento e som em uma introdução ao Tantra. Foi a primeira vez que participou diretamente de um projeto relacionado à cantora e também uma oportunidade de apresentar a prática fora dos ambientes aos quais ela costuma ser associada.


Para Fernanda, colocar o Tantra diante do público de uma das maiores artistas pop brasileiras também ajudou a confrontar uma ideia que ainda acompanha seu trabalho: a de que a prática necessariamente envolve sexo, nudez ou contato físico. “O  Tantra é muito mais amplo do que isso.”


Na experiência da Vila Equilibrivm, todos permaneceram vestidos e não houve toque físico entre os participantes. “Mas garanto muitos ‘toques’ na alma e no coração.”


Saiba mais sobre Fernanda Zorzo

Terapeuta tântrica e idealizadora do Heaven Tantra, Fernanda Zorzo atua há mais de dez anos com práticas voltadas à consciência corporal, prazer e autoconhecimento. Engenheira de formação, integrou por cinco anos a Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul e já conduziu experiências tântricas em eventos como o Burning Man e a Vila Equilibrivm, ligada à turnê de Anitta. 


heaventantra.com

https://www.instagram.com/heaventantra/

Dia da Amazônia: Colli Books incentiva conscientização ambiental com literatura infantil

 

Editora destaca duas obras de Isa Colli que abordam a preservação da floresta e o compromisso de cuidar da natureza para as futuras gerações

 

 

Celebrado em 5 de setembro, o Dia da Amazônia reforça a importância da maior floresta tropical do mundo para o equilíbrio climático, a preservação da biodiversidade e a qualidade de vida da população. Para marcar a ocasião, a Colli Books, editora fundada pela escritora Isa Colli, destaca duas obras que incentivam crianças e famílias a refletirem sobre a proteção da natureza, a preservação das florestas e a compromisso com o equilíbrio ambiental.

 

"Vivene e Florine e suas descobertas na Amazônia" (2019)

Nesta aventura, as abelhas Vivene e Florine — personagens que já conquistaram leitores em títulos anteriores — embarcam em uma jornada pela Floresta Amazônica em busca de ajuda para salvar sua aldeia, o Moinho, que enfrenta devastação ambiental.

 

Durante a expedição, as protagonistas descobrem uma área completamente destruída pela ação humana, com animais escravizados e doentes. Na Amazônia, elas encontram espécies especializadas em reflorestamento e aprendem que sua própria espécie está ameaçada de extinção. A narrativa aborda temas como desmatamento, conservação da biodiversidade e a urgência de proteger o bioma amazônico

 

 

"A Fada Verduxa" (2022)

Metade fada, metade curupira, Verduxa é a protetora das matas de uma belíssima região chamada Montes Belos. Quando um ganancioso negociante de madeiras da vizinhança resolve explorar a área, atraído pelas exuberantes árvores do lugar, a personagem não vai deixar barato.

 

Com um plano em mente, Verduxa defende sua floresta e ainda ensina uma ótima lição ao madereiro, em uma história que mistura elementos do folclore brasileiro com conscientização sobre preservação ambiental. A obra foi lançada em 2022 pela Colli Books e integra o catálogo de títulos que abordam sustentabilidade e proteção ao meio ambiente.

 

Para mais informações acessem o site da editora www.collibooks.com

Mieller Joias prepara coleção masculina assinada por Bruno Latini

 

Projeto idealizado por Michel Eller e Silvia Eller reúne trajetórias que se cruzaram há cerca de 30 anos e marca uma nova colaboração no universo da joalheria masculina


A Mieller Joias prepara o lançamento de uma nova coleção de joias masculinas assinada pelo artista e designer Bruno Latini. O projeto nasce de uma história profissional iniciada há aproximadamente três décadas e que agora ganha um novo capítulo.


A trajetória de Michel Eller na joalheria se cruza com a de Bruno ainda no início de sua vida profissional. Michel trabalhou ao lado do designer por cerca de 11 anos, período de trabalho, aprendizado e experiências importantes para a construção do caminho que seguiria posteriormente dentro da ourivesaria.


Com o passar dos anos, os dois seguiram suas próprias trajetórias. Michel avançou na ourivesaria e no empreendedorismo, construindo a estrutura que hoje dá forma à Mieller Joias, enquanto Bruno seguiu desenvolvendo sua identidade artística e seu trabalho como designer.


Agora, cerca de 20 anos depois, Michel Eller e Silvia Eller convidam Bruno Latini para assinar uma coleção exclusiva para a Mieller Joias.


“Existe uma história entre nós, mas esse projeto não nasce para voltar ao passado. Ele nasce do encontro de tudo o que construímos ao longo desses anos e da vontade de transformar essa experiência em algo novo”, afirma Michel Eller.



Um novo olhar para a joia masculina

A colaboração começa com uma coleção autoral de anéis masculinos, desenvolvida especialmente para a Mieller Joias e assinada por Bruno Latini.


Os primeiros modelos revelam a proposta do projeto: explorar novas possibilidades dentro da joalheria masculina, trabalhando formas, grafismos, texturas e acabamentos para criar peças com identidade e personalidade.


A escolha pelo universo masculino também parte da percepção de um espaço a ser explorado no mercado: ampliar as possibilidades de escolha do homem dentro da joalheria, indo além dos modelos tradicionais e oferecendo maior variedade de design e expressão.



Da criação à joia

Bruno Latini assina a criação e a identidade artística dos modelos. A Mieller Joias assume o desenvolvimento técnico e a transformação dos desenhos em joias, utilizando sua estrutura de produção, experiência em ourivesaria, tecnologia e acabamento.


O próprio processo criativo fará parte do lançamento — dos primeiros desenhos e estudos à construção dos protótipos e à apresentação das peças finalizadas.


Para Michel Eller e Silvia Eller, a coleção representa mais do que a chegada de novos produtos ao portfólio da Mieller. É a oportunidade de reunir novamente trajetórias que possuem uma história em comum, agora a partir de toda a experiência construída individualmente ao longo das últimas décadas.


A coleção marca o início dessa nova colaboração e abre espaço para que a resposta do público e do mercado possa indicar os próximos passos do projeto.



Sobre a Mieller Joias

Localizada no Centro de Niterói (RJ), a Mieller Joias é especializada na fabricação própria de alianças, joias personalizadas e peças em ouro 18K e prata 950. Com a experiência de mais de 30 anos de seu fundador na ourivesaria e uma estrutura desenvolvida ao longo de uma década, a empresa oferece criação sob medida, restauração, transformação de joias, corte e gravação a laser e experiências exclusivas que unem tradição artesanal, tecnologia e atendimento personalizado.

Para mais informações acessem Instagram: @miellerjoias

Nutricionista alerta: alimentação importa mesmo com reposição hormonal

 

A reposição hormonal pode fazer parte do cuidado da mulher na menopausa, quando indicada e acompanhada por um médico, mas não substitui um pilar essencial para acompanhar o tratamento: uma alimentação adequada


Para a nutricionista Mônica Calderari, especialista em nutrição da mulher 40+, climatério e menopausa, hormônios e alimentação cumprem papéis complementares.


“A reposição hormonal pode atuar onde o hormônio é necessário, mas não substitui a necessidade de uma alimentação adequada. Pense no organismo como uma fábrica: os hormônios comandam as máquinas, mas nenhuma máquina funciona sem matéria-prima.


No seu organismo, toda a matéria-prima vem da alimentação, responsável por dar energia e nutrientes que o organismo precisa diariamente”, explica.


Segundo Calderari, que também é Professora Titular de Química da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) há 32 anos, ao depender apenas da reposição hormonal perde-se a oportunidade de tratar a causa pela raiz.


“A mulher deve ficar atenta aos sinais do seu corpo nessa etapa de sua vida, como flacidez, cansaço, sono ruim, dores articulares, névoa mental e barriga resistente. Uma alimentação equilibrada, mas adequada à sua rotina, ajuda na manutenção de músculos, ossos e saúde intestinal e mental, além de contribuir para o controle de doenças crônicas, como diabetes, pressão alta e gordura no fígado”, esclarece.


Mudança de peso na menopausa: o que fazer


A nutricionista também orienta sobre as mudanças de peso que ocorrem no climatério e na menopausa e dá um cartão vermelho para dietas radicais ou aquelas baseadas em restrições extremas.


“Mesmo quando se faz reposição hormonal, a alimentação continua tendo um papel fundamental. A mulher precisa ter consciência de que seu corpo mudou, e a dieta que funcionava aos 30 anos não funciona mais agora. Por isso, dietas da moda e radicais não fazem o menor sentido, pois não oferecem tudo o que a mulher precisa agora e, além disso, são insustentáveis”, comenta.


Pesquisa revela associação entre menopausa e alimentação


Uma pesquisa publicada na revista JAMA Network Open, uma revista conceituada na área da saúde, em maio de 2026, que acompanhou durante cerca de 12 anos 38.283 mulheres na fase da menopausa, período marcado por importantes mudanças hormonais, encontrou uma associação entre menor ganho de peso e menor risco de obesidade entre aquelas que consumiam mais vegetais, menos sal e ainda menor quantidade de frituras e carnes processadas.


Os resultados indicam que a qualidade da alimentação pode ter um papel importante no controle do peso e na saúde da mulher na menopausa. Para Mônica Calderari, os achados reforçam a importância de se ter uma alimentação que supre as necessidades da mulher nessa fase.


“Não se deve fazer uma dieta radical. Mas sim, aumentar o consumo de comida de verdade, como verduras, legumes, frutas, feijões ou outras leguminosas, castanhas e cereais integrais, e reduzir alimentos comprovadamente inflamatórios como os ultraprocessados, carnes processadas (embutidos como presunto), excesso de sal e frituras. O mais importante é construir uma alimentação equilibrada, gostosa e que a mulher consiga manter”, finaliza.


Sobre Mônica Calderari

Mônica Calderari é nutricionista especializada em nutrição da mulher 40+, climatério e menopausa, Doutora em Ciências, Professora Titular de Química da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) há 32 anos e criadora do Método M.E.U.®️, metodologia que propõe Mapear, Equilibrar e conduzir a mulher até o seu momento “UAU”, representando a consolidação dos resultados desejados. Sua atuação une formação científica, experiência acadêmica e prática clínica.

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