quinta-feira, 30 de abril de 2026

5ª chancela da Associação Brasileira de Franchising destaca Mary Help no mercado de serviços domésticos

 



O franchising brasileiro segue em expansão e tem sido impulsionado por negócios ligados ao dia a dia das famílias. Em 2025, o setor superou R$ 300 bilhões em faturamento, com alta de 10,5%, consolidando um ambiente favorável para redes de serviços domésticos e limpeza profissional.

 

A Mary Help, especializada na intermediação de serviços domésticos, conquista pela quinta vez o Selo de Excelência em Franchising. A certificação, concedida pela Associação Brasileira de Franchising reforça a consistência do modelo e a qualidade da operação.

 

A nova chancela chega em um momento de expansão da rede, que soma mais de 190 unidades em operação no país e mantém plano de crescimento. O reconhecimento funciona como um indicativo direto da satisfação dos franqueados e da padronização dos serviços prestados.

 

“O selo tem relevância porque traduz a experiência de quem está na operação. Ele mostra que conseguimos manter qualidade, padrão, suporte e consistência mesmo com o crescimento da rede”, afirma José Roberto Campanelli, diretor da Mary Help.

 

O desempenho acompanha a evolução de um dos segmentos que mais crescem no franchising. O setor de limpeza e conservação avançou 16,8% em 2025, passando de R$ 2,1 bilhões para R$ 2,5 bilhões em faturamento. A alta reflete mudanças no comportamento do consumidor, com maior adesão à terceirização de serviços domésticos e preferência por soluções organizadas e confiáveis.

 

Esse movimento também amplia o interesse de novos empreendedores em franquias de baixo investimento. Com aporte inicial entre R$ 40 mil e R$ 60 mil e operação no formato home based, o modelo reduz custos fixos e facilita a entrada no mercado de franquias. As unidades operam com estrutura enxuta e registram faturamento médio mensal em torno de R$ 60 mil, com lucratividade estimada entre 15% e 25% e prazo de retorno entre 12 e 14 meses, fatores que aumentam a atratividade do negócio.

 

“O consumidor passou a valorizar serviços com mais organização, confiança e previsibilidade. Esse comportamento sustenta a demanda e favorece a abertura de novas unidades”, diz Campanelli.

 

O crescimento acompanha a maturidade do setor de franquias no Brasil. Em 2025, o faturamento médio mensal das operações chegou a R$ 124.203, alta de 7,9%, o que reforça a busca por modelos estruturados e com histórico validado.

 

A expectativa da Associação Brasileira de Franchising é de expansão entre 8% e 10% em 2026. Para o segmento de serviços domésticos, a tendência é de continuidade da demanda, impulsionada por fatores como urbanização, formalização e busca por praticidade. “A quinta chancela da ABF consolida a Mary Help em um momento de escala e reforça a capacidade da rede de crescer mantendo padrão operacional, um dos principais desafios do franchising brasileiro”, conclui Campanelli.

 

Para saber mais, acesse https://www.maryhelp.com.br/seja-um-franqueado/ ou entre em contato pelo WhatsApp: 17 98808-9550.

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Pressão reduz clareza de líderes em decisões que movem bilhões

 


Estudos mostram arrependimento frequente e dificuldade diante do excesso de dados

 

Executivos de grandes empresas estão tomando decisões de alto impacto sob níveis crescentes de pressão e excesso de informação, o que já afeta diretamente a qualidade do julgamento na alta gestão. O tema ganhou força em estudos recentes e passou a ser tratado como um dos principais riscos em posições de liderança, especialmente em ambientes onde decisões estratégicas precisam ser tomadas em prazos cada vez mais curtos.

 

O avanço da digitalização e a velocidade dos negócios ampliaram a exposição dos líderes a múltiplas demandas simultâneas, reduzindo o tempo de análise e aumentando a complexidade das escolhas. Ao mesmo tempo, a concentração de responsabilidade no topo limita o espaço para troca genuína, o que favorece decisões mais isoladas e mais propensas a parcialidades.

 

“Existe uma ideia de que, quanto mais experiência o líder tem, mais simples fica decidir. Na prática, acontece o oposto. As decisões ficam mais complexas, mais expostas e com menos margem para erro. Se não houver clareza mental, o risco não é só errar, é nem perceber que está errando”, afirma Marcos Koenigkan, CEO do Think Tank Mercado & Opinião.

 

“Em momentos de pressão, o impulso é acelerar. Mas decisões críticas exigem o contrário: desacelerar o raciocínio para não confundir urgência com prioridade. Nem sempre o problema é falta de informação, muitas vezes é excesso sem filtro”, diz Paulo Motta, vice-presidente do Think Tank Mercado & Opinião, em São Paulo.

 

Levantamento global da Oracle com 14 mil líderes mostra que 85% já se arrependeram de decisões recentes e 72% relatam dificuldade diante do excesso de dados. Já a Harvard Business Review aponta que a solidão no topo compromete a qualidade das decisões ao reduzir o acesso a contrapontos qualificados.

 

A discussão sobre o impacto da pressão na tomada de decisão também tem ganhado espaço em fóruns empresariais. O Mercado & Opinião promove, no dia 28 de abril, em São Paulo, um encontro que reunirá lideranças para debater o tema sob diferentes perspectivas. Entre os participantes estão o psiquiatra e escritor Augusto Cury, o executivo Alexandre Baldy, ligado à operação da BYD no Brasil, e a empreendedora social Alcione Albanesi, presidente da Amigos do Bem.

 

A pressão constante e a necessidade de respostas rápidas vêm expondo um limite menos discutido da liderança: a capacidade de manter clareza mental em decisões críticas. Em um ambiente onde a informação não para de crescer, o diferencial deixa de ser acesso a dados e passa a ser a forma como o líder organiza o próprio raciocínio.

Bett Brasil 2026: Grau Educacional leva à feira modelo de expansão inteligente para empreendedores educacionais que querem aumentar o faturamento



De 5 a 8 de maio, em São Paulo, acontece a Bett Brasil 2026, maior evento de tecnologia e educação da América Latina, realizado no Expo Center Norte. Pela primeira vez, o Grau Educacional participa da feira apresentando ao mercado seu novo modelo de expansão voltado para empresários e instituições de ensino.


A proposta é clara: permitir que faculdades, escolas e operações educacionais já existentes integrem o ensino técnico e profissionalizante às suas estruturas, gerando novas fontes de receita com baixo investimento incremental. O modelo foi desenvolvido para aproveitar a infraestrutura já disponível dessas instituições, reduzindo custos de implantação e acelerando o retorno financeiro.


Entre os principais benefícios estão o aumento do faturamento, a ampliação do portfólio de cursos, a atração de novos públicos e o fortalecimento da competitividade no mercado educacional. O investimento inicial para operar uma unidade parte de R$ 300 mil. 


“Durante a Bett Brasil, o Grau Educacional apresentará um novo projeto voltado especificamente para faculdades EAD e colégios, com foco na geração de receita adicional comprovada, por meio de um modelo já testado, validado e escalável em todo o Brasil. O Grau Educacional reforça seu compromisso com a formação profissional de qualidade, geração de oportunidades e desenvolvimento socioeconômico do país, posicionando-se como um parceiro estratégico para instituições que desejam crescer de forma estruturada e sustentável”, destaca Ruy Maurício Porto Carreiro Filho, CEO do Grau Educacional. 


O movimento acontece em um momento estratégico para o setor. As mudanças no marco regulatório da educação a distância (EAD) têm impulsionado instituições a buscarem alternativas para diversificar receitas, ampliar a oferta educacional e manter a competitividade. Nesse cenário, a integração surge como uma solução imediata e sustentável de crescimento.


“A Bett Brasil nasce do encontro entre ideias, pessoas e experiências. Em 2026, queremos provocar reflexões profundas, mas sobretudo apresentar caminhos práticos para que a educação avance de forma mais inclusiva, ética e conectada com a realidade das escolas e das redes. O nosso compromisso é reunir vozes diversas, com experiência prática e capacidade de provocar reflexões que façam sentido para quem está na ponta, na gestão e na formulação de políticas. A Bett é um espaço de escuta, troca e construção coletiva”, destaca Adriana Martinelli, Diretora de Conteúdo da Bett Brasil.


Os interessados em visitar a feira podem realizar o credenciamento gratuito pelo site oficial: https://brasil.bettshow.com/credenciamento

Qual é o novo perfil de imigrante?


 
Brasileiros acima dos 40 anos ganham espaço na rota para os EUA


A imagem do imigrante brasileiro nos Estados Unidos era clássica: jovem, em início de carreira e disposto a recomeçar. Porém, essa já não é mais a realidade atual. Pessoas acima dos 40 anos, mais experientes, estruturadas financeiramente e com objetivos bem definidos, são o novo perfil da imigração para os EUA. A mudança reflete não só transformações no Brasil, mas também novas oportunidades e exigências do mercado norte-americano.


Os Estados Unidos continuam sendo o principal destino dos brasileiros no exterior. De acordo com o relatório Comunidades Brasileiras no Exterior 2023, divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), mais de 2 milhões de brasileiros residem em solo norte-americano, consolidando a maior diáspora brasileira fora do Brasil.


Além disso, o número de brasileiros que conquistaram residência permanente também cresceu de forma consistente. Segundo dados do Department of Homeland Security (DHS/USCIS), mais de 174 mil Green Cards foram concedidos a brasileiros entre 2014 e 2023, com recorde histórico em 2023, quando 28.050 brasileiros obtiveram a residência permanente — mais que o dobro do registrado em 2014 (10.430).


No campo da imigração baseada em emprego, os números também impressionam. De acordo com dados do USCIS referentes ao ano fiscal de 2025 (encerrado em outubro), foram aprovadas 113.417 petições I-140 (Immigrant Petition for Alien Worker) em todo o mundo, nas categorias EB-1, EB-2 e EB-3. Dessas, 2.848 eram de brasileiros, o que coloca o Brasil entre os cinco países com maior número de petições aprovadas nessa modalidade, ao lado de Índia, China, Filipinas e Coreia do Sul. A petição I-140 é o primeiro passo formal no processo de obtenção do Green Card com base em emprego e sua aprovação indica que o profissional atende aos critérios de qualificação exigidos pelo governo americano.


Esse avanço indica não apenas aumento no fluxo migratório, mas também uma mudança no tipo de imigrante que está conseguindo se estabelecer legalmente. De acordo com a advogada especialista em imigração Dra. Caroline Azevedo, esse novo perfil está diretamente ligado a uma decisão mais estratégica. “Diferente de anos atrás, quando a imigração era muitas vezes impulsiva, hoje vemos pessoas acima dos 40 anos planejando cada passo. São profissionais com carreira consolidada, empresários ou famílias que buscam qualidade de vida, segurança e estabilidade para os filhos”, explica.


Outro fator que reforça essa transformação é o próprio cenário americano. A demanda por mão de obra qualificada e a valorização de profissionais experientes têm aberto espaço para imigrantes mais maduros, especialmente em áreas técnicas e de negócios. Ao mesmo tempo, programas como os vistos EB-1 (para profissionais com habilidades extraordinárias), EB-2 NIW (National Interest Waiver, que dispensa oferta de emprego) e EB-3 (para trabalhadores qualificados) passaram a atrair esse público, que já possui capital financeiro e intelectual para se encaixar nesses critérios.


Esse movimento também revela uma mudança de mentalidade. Se antes o foco era “tentar a sorte”, agora o processo migratório tende a ser mais calculado. “O brasileiro acima dos 40 anos não está indo para improvisar, mas para executar um plano. Isso reduz riscos e aumenta significativamente as chances de sucesso no processo imigratório”, destaca Dra. Caroline.


Por outro lado, o cenário também exige cautela. O endurecimento das políticas migratórias nos últimos anos e o aumento expressivo das deportações reforçam a importância do planejamento. Segundo dados da Polícia Federal e do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, mais de 3.200 brasileiros foram deportados dos Estados Unidos ao longo de 2025, recorde histórico desde o início da série em 2020 e quase o dobro do registrado no ano anterior. Os números mostram que erros no processo ou tentativas irregulares podem comprometer definitivamente o sonho de viver nos Estados Unidos.


Sendo assim, o novo perfil do imigrante brasileiro revela mais do que uma mudança de idade: mostra uma evolução na forma de encarar a imigração. Mais preparo, mais estratégia e menos improviso. Para quem pensa em dar esse passo, entender esse movimento pode ser o primeiro diferencial entre o sucesso e a frustração.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Encontro em Campinas deixa novas perspectivas para a panificação brasileira



Em um cenário de pressão por eficiência, dificuldade de contratação e necessidade de adaptação constante, empresários e lideranças da panificação se reuniram em Campinas (SP), entre os dias 8 e 10 de abril, para discutir caminhos de fortalecimento do setor. A 3ª edição da Jornada da Lucratividade na Padaria reuniu 120 participantes e concentrou debates sobre liderança, produtividade, vendas, experiência do cliente, tecnologia e reforma tributária.

                                                                                                                                                                        O pano de fundo é um mercado de grande capilaridade. O Brasil soma cerca de 179 mil operações de padarias e confeitarias, enquanto o estado de São Paulo concentra mais de 16 mil padarias, segundo levantamentos setoriais recentes. Nesse contexto, a busca por gestão mais eficiente e qualificação profissional tem ganhado espaço entre empresários do segmento.

                                                                                                                                                                        Mais do que uma agenda de palestras, o encontro serviu como espaço de troca sobre problemas concretos da rotina das padarias. “O resultado vem da aplicação”, afirmou Carol Câmara, CEO da consultoria responsável pela realização. Segundo ela, a proposta desta edição foi ampliar a profundidade das discussões, com “dados consistentes do setor e aplicáveis no dia a dia dos panificadores”.

                                                                                                                                                                        A programação reuniu temas que vão da formação de equipes à adaptação tributária, passando por vendas, operação e relacionamento com o consumidor. Em uma das palestras, a diretora de expansão de padarias Gabriela Câmara resumiu a ideia de liderança como base de resultado: “A liderança lucrativa nasce quando a clareza define o alvo, o ritmo dita o passo e a responsabilidade garante a entrega”. Na área comercial, Maria Helena, sócia e CCO do Grupo Sucesso Inteligência Empresarial, defendeu uma lógica de crescimento com sustentação operacional. “Se você vende mais, mas a sua operação não sustenta, você não cresce, você só trabalha mais”, afirmou.

                                                                                                                                                                         As discussões sobre ambiente de negócios também passaram pela reforma tributária e pela necessidade de previsibilidade na gestão. Para Israel Guimarães, CEO do Grupo SOU e especialista em dados para o varejo, “a reforma tributária é uma mudança de tecnologia e processos, não apenas de nomes de tributos”. Já Márcio Rodrigues, administrador, autor da Metodologia Propan e um dos nomes centrais do encontro, reforçou a defesa de uma gestão mais previsível. “Produtividade não é apenas produzir mais, mas produzir melhor, com governança, padronização e previsibilidade.” O debate dialoga com um setor que movimentou R$ 153,36 bilhões em 2024, segundo indicadores da ABIP/Ideal.

                                                                                                                                                                        A presença de empresários e dirigentes sindicais de diferentes regiões também deu ao encontro um caráter de articulação setorial. André Fernandes, presidente do SinasPAN, destacou a troca entre os participantes. “Além das palestras, o networking com panificadores de várias partes do Brasil é um diferencial do evento”, afirmou. Na mesma linha, Antonio Lourenço, diretor do Sipac, disse que a profissionalização deixou de ser diferencial e passou a ser exigência para a sobrevivência dos negócios. “Hoje é humanamente impossível obter sucesso em qualquer empreendimento sem conhecimento técnico, treinamento contínuo e planejamento”, declarou. Também esteve presente no evento Rubens Caselhas Jr, diretor suplente do Sindicato de Panificação de São Paulo Capital - Sampapao.                                                           

                                                                                                                                                                        Segundo Márcio Rodrigues, a proposta é fazer com que o evento deixe de ser apenas um encontro pontual e se consolide como “um movimento de fortalecimento real da panificação no Brasil”.

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